sábado, 11 de agosto de 2007

Poeminha

Ei, Morena!
Por favor me vê, me acena.
Das vezes que passou já contei uma centena.
Mas parece que você encena,
passando assim serena,
tão em paz, tão amena,
que às vezes nem antena,
quão meu coração tu desordena.

Ai, Pequena...
meu corpo não coordena,
a tua ausência me envenena.
Me chama pra tua cena.
Proponho uma romântica, ou até obscena.
Faço tudo o que tu ordena,
para que tua felicidade seja plena.
E apesar da indecisão que me condena,
Eu sei que tu valhe muito a pena.

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