Observação Prévia: Se você nem me conhece, nem lê este post. Ele não está engraçado nem divertido.
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Será que eu quero ser redator?
Afinal, eu gosto tanto de escrever. Eu mantenho esse blog para esse fim. Para manter os dedos clicando sutilmente as teclinhas formando palavras, frases, proposições, piadas, opiniões.
Mas tudo bem, isso não quer dizer nada. O Samir também escreve, e em um nível muito mais elevado que eu, mas ele segue na Direção de Arte. Presumo eu que a escrita pra ele é um hobby bem desenvolvido.
Mas então por que eu tenho me empolgado mais com as aulas de redação no curso? Será que o motivo se encontra justamente pela minha vontade de exercitar mais esta expertise, já que a dir. de arte já está mais desenvolvida em mim? Ou será por uma paixão latente que eu ainda não tinha admitido?
De qualquer maneira, entrei numa fase de constantes e dolorosos questionamentos existenciais. O que eu quero afinal? Eu achava que sabia, mas não sei mais. E isso tá repercutindo em todos os lados. Quem convive mais comigo tem notado. E é óbvio que o estopim disso tudo vocês (meus amigos) sabem qual é, e não tem nada a ver com a vida profissional.
2007 tem sido um ano complicado. Foram muitas perdas, mortes, aprendizados, mudanças, finais e começos. Muitos destes extremamente penosos e difíceis de aceitar. Alguns ainda não aceitei. Tem sido um turbilhão de emoções diferentes e vindas por todos os lados. Quem me desejou paz e harmonia no reveillon, errou homéricamente. Este ano se encaixa na analogia do post anterior. E o foda é que ainda não acabou. Só se passou 3/4 do ano, e a cereja do bolo pode ter sido reservada para o final.
Mas quanto às questões profissionais, tenho tempo ainda. Afinal, como diria meu autor favorito (Luis Fernando Verissimo, que só decidiu virar escritor aos 30 anos): "Muitas pessoas interessantes que eu conheço não sabiam o que queriam fazer da vida aos 30 anos. E as mais interessantes de todas ainda não sabem".
domingo, 2 de setembro de 2007
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